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UX Greatness Part 1 of 3

thehipperelement:

A small dose of awesomeness to inspire your UX greatness. You’re welcome.

O processo de criação de um carro-conceito da BMW. Um processo artístico, quase artesanal, para desenvolver algo que representa uma indústria que usa o melhor da engenharia.

Keynote do Roberto Martini, fundador da CUBOCC no Social Media Week. Dura mais de uma hora, mas vale a pena.

Ele traz uns conceitos bem interessantes:

  • Tecnologia fazendo tarefas com mais precisão, e substituindo muitos profissionais do setor
  • Pensamento de cientista em uma área dita não exata
  • Fórmulas matemáticas para garantir com baixa margem de erro o sucesso de uma campanha
  • Uso de pre-cogs para prever a reação de uma população a determinada campanha.
  • Excesso de conservadorismo dos publicitários em relação ao funcionamento da sua indústria

O discurso do Martini evidencia uma tendência: a tecnologia digital invadiu todas as áreas, especialmente a comunicação.

Será o fim do “feeling” e das disputas de opinião nas agências?

Destranque a sua casa via celular

Mais produtos trazendo a integração da Internet com coisas do cotidiano. O vídeo fala por si.

Você pode conferir a matéria na Fast Company (em inglês)

Site da empresa

Um assunto, um post

Depois de tanto tentar, deixar pra depois, finalmente montei um blog para abastecer com (uma certa) regularidade.

O primeiro post é sempre difícil. Sempre costuma ser uma apresentação, mas vou evitar isso. Decidi escrever um post rápido e picotado sobre um assunto que está na minha cabeça quase todo o dia.

O que os consumidores querem?

Mais do que produtos ou serviços, algo que se torne memorável, e isso no sentido mais ordinário da palavra mesmo - algo que possa ser lembrado. No final das contas, o que os consumidores de hoje querem não é um produto ou serviço, mas uma experiência. Pelo menos é o que diz Joseph Pine.

Você pode assistir esse vídeo em português aqui

Vendo o vídeo fica a dúvida: mas para onde marcas que hoje fabricam produtos vão caminhar?

A Evolução da economia na visão de Pine. Retirado do artigo "The Economy Experience"

Em uma economia desse tipo, você capitaliza ganhando em cima de uma experiência. Que pode começar em um produto, em um serviço, ou até em nenhum dos dois.

"Product is a gateway is to a bigger, richer experience"

A Nike realmente entrou no jogo. E eles não estão fazendo isso para vender mais tênis. Eles realmente estão incorporando o digital ao DNA dos seus produtos, e com isso, ampliando a presença da marca no dia-a-dia de um consumidor. Antes você não acessava um site ou um aplicativo sobre o seu… tênis.

Pense nos produtos da Nike hoje, e o que ela pode lhe oferecer amanhã. Quem sabe uma análise personalizada dos seus exercícios, por um preço baixo? Ou quem sabe um pacote de treinos especial com direito a inscrição em uma maratona da Nike?

Ao fazer isso, a Nike escapa da sua atuação original baseada em bens físicos e começa a oferecer experiências interessantes para os seus clientes: não só um serviço (pacote de treinos), mas também algo memorável (completar uma maratona).

O que vai importar amanhã não são mais produtos ou serviços. E sim presença e participação. As empresas ainda estão descobrindo como fazer isso.

O terreno em que ela está trabalhando é grande e promissor. Internet das coisas, Big Data, Comunidades online… O campo de discussão é fértil. Mas é tanto assunto que eu vou deixar para depois mesmo.